quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Trilha escura...

...essa que sigo e quero seguir. Finalmente minhas preces estão sendo atendidas. Cyric enviou uma de suas sacerdotisas que me "adotou" como seu auxiliar, me acolheu para a Ordem de Cyric, que por sinal tem interesses em comum com o Culto ao Dragão Vermelho; isso quer dizer que se eu trabalhar para a Ordem de Cyric, também estarei a favor da baronesa. Me senti abençoado diretamente pelo Sol Negro.

Passei 30 dias em treinamento, na companhia dessa adorável Súcubo. Ela me ensinou novas habilidades e me deu uma nova proteção biológica.

Ao simples pensamento, meu corpo é coberto por uma carapaça, como se fosse uma nova pele nas partes em que mais preciso de proteção. E o melhor de tudo: junto com essa "armadura", asas surgem em minhas costas, como asas de morcego.

Agora creio que, mais do que nunca, meu caminho da escuridão, de querer me tornar "representante" do deus da Mentira e do Assassinato no mundo, esteja mais definido. Creio que seja só uma questão de tempo para que eu seja o escolhido e contatado pelo próprio Cyric. As vezes até imagino como seria esse contato; será que é por sonho? Ou será que Ele aparecerá para mim sob a forma de seu avatar, ou um animal?

Mudando de assunto, as aventuras no Cemitério dos Dragões e nos Cubos de Guerra renderam bons frutos. Do cemitério consegui punhais gêmeos, digo, gêmeos no formato, mas com propriedades especiais diferentes um do outro. Pelo que vi por aí, se chamam Punhais da Lua Negra. Posso arremessá-los e eles voltarão para minhas mãos quase que instantaneamente após o ataque, fora outras coisas interessantes que eles fazem.

O que achei mais curioso e belo foi o plano conhecido como os Cubos de Guerra. Por um olhar mais artístico, diria que é maravilhoso; o clima de morte e a sensação de abandono daquele local... Digo que deve ser desesperador para quem preza pela vida, mas para mim, vi o lugar com brilho nos olhos, apesar de ter sido petrificado pouco antes de sair de lá. Creio que essa ida aos cubos me rendeu o melhor dos itens que precisava e nunca imaginei existir: um manto. Ao vestí-lo, reparei que sua cor se tornou negra como morte. Ao usar o capuz, o impensável acontece: me torno invisível. Creio que agora serei praticamente infalível na arte de matar sem ser visto. O resultado de minhas ações a partir de agora, só será percebido horas, talvez dias, depois que eu executá-las. Deixarei de ser um estranho em meio a becos escuros, para me tornar sombra imperceptível nos calcanhares de minhas vítimas. Nem saberão o que os atingiu. Nem terão tempo para reagir. Apenas sentirão a lâmina afiada da morte cravando em suas carnes, rasgando suas peles, sem tempo de reação. Em seus olhos se fechando, suas últimas lembranças muldanas serão apenas de suas visões se tornando turvas e o mundo escurecendo.

Voltando dos Cubos de Guerra, jantamos, conversamos e tentei sair discretamente da mesa de jantar. Subi os andares da torre que nos serve de base, mas na verdade é a casa do Julian, o mago que está nos dando suporte; entrei no quarto reservado a mim para tentar contato com a súcubo, minha nova mentora, que me deu uma missão: resgatar um item em Asgard e trazê-lo para a posse dela. Devo ser discreto e não deixar que mais ninguém do grupo saiba. Pedirei ajuda ao Whiplash, meu irmão de Ordem, único do grupo que confio. Tudo bem que a missão é exclusivamente minha, mas tenho certeza que ele será discreto e ainda me ajuda nessa.

Proxima parada: Asgard.



Ekon DarkHeart.

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