sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Um sonho...

Ayumi deitou-se em seu aposento reservado a ela naquela estalagem em Vectora.
Ainda não havia se recuperado da perda de seu mestre, morto por tropas de fanáticos do culto do deus Khalmyr mas já se via um pouco aliviada por tê-lo vingado, matando seu principal representante.

Whiplash havia sumido aquela noite, Ekon e Tenebra pelo jeito resolveram assumir de vez seu relacionamento, já que dormiram no mesmo quarto, em frente ao de Ayumi e Liane e Drogo, estavam no quarto ao lado.

A garota oriental só conseguira pegar no sono já tarde da noite, perdida em seus pensamentos, que até o momento não a deixou dormir.

Em sua mente, um sonho.

- Ayumi - dizia seu mestre - Eu devia ter lhe dito essa última informação antes de partir, e quando você estivesse preparada. Infelizmente tomaram minha vida antes que pudesse lhe falar.

Ayumi não enxergava seu mestre no sonho, apenas sua silhueta em meio a neblina e raios de luz, e continuava a dizer:

- Existe uma arma a qual tudo indica que poderá ser usada por você. Uma espada extremamente poderosa. Seu nome: FrostMourne. Na verdade é uma lenda contada pelos antigos, mas tenho certeza que ela existe. Infelizmente ela não está nesse mundo mas em um outro chamado Azeroth, que por sinal faz parte da lenda. Ayumi, uma das pessoas que te acompanham agora podem te esclarecer sobre es...

- Ayumi!! Acorda!
- Será que ela morreu? Ela está gelada.
- Ah, sério? Por que será que ela é gelada né?
- Ela está acordando. Vamos garota, temos só um mês para aproveitar a cidade voadora.

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Novo Mundo

Eles estão chegando! É verdade! Sempre sonhei com esse dia! Meu mestre diz que eu devo estar preparada a qualquer momento agora. Meu nome é Ayumi Yamasaki e eu sou a mais nova aprendiz a controlar o poder do gelo. É uma grande honra de onde eu venho ser membro dos punhos do norte, meu mestre diz que a partir de hoje minha vida irá mudar para sempre. Mal posso esperar!

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Deu tudo errado... eu não sei onde foi que começou, mas deu tudo errado. Meu mestre tinha razão quando disse que minha vida mudaria para sempre, mas eu não esperava que fosse assim. Mal saímos do templo e já tivemos problemas com os clérigos de Khalmyr. Nunca me opus ao fato de que matar alguns deles era um alívio para o mundo, já que nunca houve em Arton, pessoas tão chatas como eles. Mas eu não sabia que seria assim tão radical. Meu mestre foi morto. Disseram-me que foram eles, mas pensando melhor agora, acho difícil que os bondosos seguidores do deus da justiça possam ter cometido tal atrocidade. Não. Mas só consegui pensar nisso agora, depois que eu fiz o que fiz. Meu mestre sempre me disse que meu poder era maior do que eu imaginava, mas nunca em minha vida eu sonhei que invadiria o salão real e mataria o rei Thormy e seus guardas daquela maneira....deuses...onde estão? Eu sei que nunca fui uma devota, mas orei para tenebra, e me aliei ao general Thwor Ironfist. Cômo pude ser tão tola? Estou com medo agora....

Meu grupo é o oposto a tudo que sempre imaginei...são maus, especialmente aquele sinistro DarkHeart. Nunca fui uma pessoa que me importasse com a bondade, eu sou uma guerreira, fui treinada para matar, mas aquele homem é insano. O Outro pareceu menos malvado, mesmo assim ele quer alguma coisa com os Jedi e sei que isso nunca é boa coisa. E, os deuses nos ajudem, ouvi que o próprio Vectorius está aliado à Tenebra, será possível?

A única que não me parece tão maligna é a elfa, a portadora da chama púrpura, mas mesmo ela parece ter se entregado à devassidão de Eckon. Não sei mais o que fazer, espero uma iluminação. individualmente, nenhum deles é páreo para mim, mas temo que todos se voltem contra mim. Ó grande dragão púrpura, ilumine meu caminho, não quero ser responsavel pelo massacre insano que o Punho de Ferro irá desferir sobre Arton.

Por enquanto eu vou seguir meu papel. Não sou má atriz e creio que todos caíram em minha farsa...será que algum poder superior responderá minhas preces? Ou somente os malignos recebem ajuda de seres extraplanares???



quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

O estalo do chicote – Parte 2

Há muitos dias que não tenho tempo para relatar os acontecimentos. Foram tantos... Costumo chamar esses momentos de “Dias de trovão”. Dor, sofrimento e morte, como é fácil ceifar a vida dos opositores. Porém, nada na vida é simples, principalmente quando se trata de busca pelo poder e sobrevivência. Iniciava-se em Faerun, a tal guerra dos avatares, nada teria de interesse nisso se não fosse pelo desejo de viver e conquistar. Fomos convocados pelos chamados “heróis” para ajudar na batalha.

Primeira missão, cubos de guerra. Nunca havia feito uma viagem extra planar, coisa curiosa. O lugar mais estranho que um mortal poderia estar são literalmente cubos formados cada um por um tipo de metal. Não existe ar, apenas vácuo e uma força gravitacional anormal em sua superfície. Deuses, titãs, super guerreiros se digladiam em batalhas épicas. Seu interior embora mais tranquilo, engana-se quem pensa estar seguro. Uma onda de energia varre todo o plano, transformando os desprevenidos em estátuas vivas de metal. Foi o que aconteceu comigo e meu comparsa, Ekon. Escapamos deste castigo eterno por conta de um pagamento de favor e um desejo feito pela nossa companheira Liane, com isso ela adquiriu nossa lealdade e confiança. E conseguimos o que fomos buscar.

Depois disso uma rápida parada no Cemitério dos dragões, onde pegamos mais coisas. Na volta para casa, tivemos um reencontro inesperado. Uma deusa da nova era, Jastra é seu nome. Disse-nos tudo que está acontecendo em nosso mundo e nos mandou para um lugar onde nunca nenhum de nós estivera. Foi onde após um estranho acontecimento recuperamos nossos poderes elementais e eu ganhei novas habilidades.

Infelizmente certas diversões duram pouco, fomos mandados para outro plano. Para Asgard, lar dos deuses nórdicos, com a missão de devolver o Mjölnir a seu legítimo dono. Houve nova batalha logo na chegada, contra malditos gigantes do gelo. Novamente não levo muita sorte no combate e minhas táticas não funcionaram como imaginei, frustrante mas era a primeira vez que enfrento tais criaturas. Mas o martelo foi entregue a Thor. Depois da vitória fomos convidados para sua casa, onde conheci Athena. É surpreendente o que um convite para uma dança pode nos proporcionar.
Uma nova ordem nos é enviada, encontrar a espada de Mask e destruí-la, seria até fácil se não fosse o maldito Fenrir e suas garras. Tarefa cumprida, mas me que de certo modo afetou minha auto-estima. Voltamos para Asgard, onde Heimdall o gate keeper destruiu a espada e nos mandou para um lugar seguro.
Fomos parar no meio de uma reunião, onde estavam alguns maiores figurões dos planos. Divesos deuses e semi-deuses reunidos num só lugar, nunca havia presenciado tanto poder em um espaço tão pequeno.
Encontrei novamente minha mestra, Lady Vestress que se viu decepcionada com meu comportamento e me repreendeu. Nisso surge a maga Jastra com seu consorte e nos dá uma nova incumbęncia, dessa vez com direito a escolha. Matar Malar ou o Ares, o deus da guerra. Querendo reconquistar o respeito de minha mentora, optei por destruir Ares e meus companheiros concordaram.
A fúria que corria em minhas veias era tanta que não hesitei e engajei em combate. Lutamos ferozmente contra o deus, que matou sua primeira adversária. Mas o senhor das guerras tombou sob nossos pés.

Após esse episódio seguimos para o templo de Hades, cumprimos com as obrigações que nos foram impostas. Novamente mandados para Asgard com outro encargo. Roubar um cubo mágico do senhor dos gigantes do gelo. Tarefa até simples, se não fosse o encontro inusitado com a deusa dos dragões, Tiamat. Seria a morte certa, quando Ekon utiliza de um dom até então secreto para mim, e nos tira daquele plano. Uma bela rota de fuga, sem dúvidas. Mas como uma troca equivalente, tudo sem seu preço. E o custo foi nada menos que todos nossos itens mágicos e armas. Só tivemos o direito de salvar um... Tanto trabalho para perdê-los dessa forma. Paciência, nada que não possa ser suprido. Quanta coisa aconteceu em tão pouco tempo, armaduras místicas destruídas, viagens para outros planos, armas mágicas perdidades, o clã do Dragão Vermelho despedaçado, tudo pareceria perdido se eu fosse um fraco. Não o caso.

Agora num mundo novo e uma nova cara se mistura a nós, seu nome é Ayumi. Entretando isto é assunto para uma outra hora. O inverno está chegando, para aqueles que cruzarem meu caminho na busca pelo máximo poder.
Salve o grande Dragão Vermelho.

Queda e ascensão.

Tenebra, sumo-sacerdotisa da deusa de mesmo nome, braço direito de Lord Vectorius, criador da cidade comercial voadora de Vectora. Um dos "magos" mais poderosos do
mundo de Arton, talvez do universo.

Ela entra pelo salão principal do castelo do mago às pressas e encontra seu mestre, o mago já com um semblante abatido. Vectorius já nem parecia mais o mesmo. Seu olhar era escuro, do tipo de gente que perdeu a vontade, o ânimo da vida; com suas pálpebras que pareciam carregar todo o peso de sua cidade. Também, sustentando essa, a grosso modo, "feira" voadora por tanto tempo, não deve ser pra qualquer um. A verdade é que ele espera a confirmação dos sinais da Profecia, que está acontecendo e está prestes a se concluir.

- Finalmente ele chegou. Eles estão entre nós agora mestre, como previsto na profecia. São quatro: dois ladinos, Whiplash, nosso Escolhido, Ekon o outro ladino, Ayumi uma guerreira e Liane, a elfa feiticeira, que mais parece uma descendente dracônica e por sinal tem um dragão gigantesco como familiar, algo incomum até mesmo para nossos padrões.

- Bem vinda minha aprendiz. - Responde ele, agora com um leve e quase imperceptível brilho em seus olhos cansados, agora completamente abertos em atenção ao que a garota acabara de dizer - Tem certeza do que está afirmando? Depois de todos esses anos esperando e achando que nunca mais aconteceria, ele apareceu. Um jovem ladino que descobriu os poderes da Força. Tudo está saindo como escrito na Profecia.

Tenebra surpresa com a reação de Vectorius, parecendo que rejuvenesceu 20 anos com a notícia:

- Sim mestre. Para completar ainda descobri que ele porta agora, um Anel de Desejo, com apenas um único desejo a disposição. Creio que é tudo o que precisamos e tenho quase certeza que ele se unirá à nossa causa.

- Veremos minha cara aprendiz. Se tudo isso for verdade, como os sinais claros da profecia indicam, finalmente teremos sucesso em trazê-lo de volta. Já imaginou Tenebra...? Lord Vader de volta a vida?! Já posso vislumbrar a volta do domínio do Lado Sombrio no universo.

- Temos que nos apressar Lord Vectorius. Creio que ele está prestes a fazer um desejo pensando no benefício próprio ou do grupo. Devemos agir rapidamente.

- Vá minha aprendiz. Traga-o para cá o mais rápido possível.

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Trilha escura...

...essa que sigo e quero seguir. Finalmente minhas preces estão sendo atendidas. Cyric enviou uma de suas sacerdotisas que me "adotou" como seu auxiliar, me acolheu para a Ordem de Cyric, que por sinal tem interesses em comum com o Culto ao Dragão Vermelho; isso quer dizer que se eu trabalhar para a Ordem de Cyric, também estarei a favor da baronesa. Me senti abençoado diretamente pelo Sol Negro.

Passei 30 dias em treinamento, na companhia dessa adorável Súcubo. Ela me ensinou novas habilidades e me deu uma nova proteção biológica.

Ao simples pensamento, meu corpo é coberto por uma carapaça, como se fosse uma nova pele nas partes em que mais preciso de proteção. E o melhor de tudo: junto com essa "armadura", asas surgem em minhas costas, como asas de morcego.

Agora creio que, mais do que nunca, meu caminho da escuridão, de querer me tornar "representante" do deus da Mentira e do Assassinato no mundo, esteja mais definido. Creio que seja só uma questão de tempo para que eu seja o escolhido e contatado pelo próprio Cyric. As vezes até imagino como seria esse contato; será que é por sonho? Ou será que Ele aparecerá para mim sob a forma de seu avatar, ou um animal?

Mudando de assunto, as aventuras no Cemitério dos Dragões e nos Cubos de Guerra renderam bons frutos. Do cemitério consegui punhais gêmeos, digo, gêmeos no formato, mas com propriedades especiais diferentes um do outro. Pelo que vi por aí, se chamam Punhais da Lua Negra. Posso arremessá-los e eles voltarão para minhas mãos quase que instantaneamente após o ataque, fora outras coisas interessantes que eles fazem.

O que achei mais curioso e belo foi o plano conhecido como os Cubos de Guerra. Por um olhar mais artístico, diria que é maravilhoso; o clima de morte e a sensação de abandono daquele local... Digo que deve ser desesperador para quem preza pela vida, mas para mim, vi o lugar com brilho nos olhos, apesar de ter sido petrificado pouco antes de sair de lá. Creio que essa ida aos cubos me rendeu o melhor dos itens que precisava e nunca imaginei existir: um manto. Ao vestí-lo, reparei que sua cor se tornou negra como morte. Ao usar o capuz, o impensável acontece: me torno invisível. Creio que agora serei praticamente infalível na arte de matar sem ser visto. O resultado de minhas ações a partir de agora, só será percebido horas, talvez dias, depois que eu executá-las. Deixarei de ser um estranho em meio a becos escuros, para me tornar sombra imperceptível nos calcanhares de minhas vítimas. Nem saberão o que os atingiu. Nem terão tempo para reagir. Apenas sentirão a lâmina afiada da morte cravando em suas carnes, rasgando suas peles, sem tempo de reação. Em seus olhos se fechando, suas últimas lembranças muldanas serão apenas de suas visões se tornando turvas e o mundo escurecendo.

Voltando dos Cubos de Guerra, jantamos, conversamos e tentei sair discretamente da mesa de jantar. Subi os andares da torre que nos serve de base, mas na verdade é a casa do Julian, o mago que está nos dando suporte; entrei no quarto reservado a mim para tentar contato com a súcubo, minha nova mentora, que me deu uma missão: resgatar um item em Asgard e trazê-lo para a posse dela. Devo ser discreto e não deixar que mais ninguém do grupo saiba. Pedirei ajuda ao Whiplash, meu irmão de Ordem, único do grupo que confio. Tudo bem que a missão é exclusivamente minha, mas tenho certeza que ele será discreto e ainda me ajuda nessa.

Proxima parada: Asgard.



Ekon DarkHeart.

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Os cubos de guerra

- Curioso como ficam as coisas aqui, é como se estivéssemos lá com eles.
- A magia do artefato é realmente poderosa, ela cria uma conexão permanente enquanto está ativo. Talvez seja perigoso.
- Eles ficarão bem?
- Acredito que sim, porquê?
- Como assim? Ela está lá não lembra?
- Acalme-se, assim como a mãe dela, ela sabe muito bem se cuidar sozinha, ela já despertou esqueceu-se? Apesar de curiosamente a linhagem tender para um ramo, digamos, curioso da família. Tenho certeza de que ficarão bem.
- E os outros?
- Todos têm suas virtudes. O Mais doidinho também tem poder, se ele souber usar. Vestress nunca toma como aprendizes aqueles que não tem futuro. Você certamente se lembra dos últimos 2.
- Certamente que sim.
- O que me preocupa no entanto, é aquele ladino. não por sua profissão é óbvio, já passei do tempo de me importar com essas banalidades. Mas temo que ele esteja sendo manipulado.
- Pelo culto? que novidade!
- Não, não. O culto tem objetivos claros, desprezíveis para a maioria, mas bem claros. Me preocupa que seja a igreja.
- Deveras perturbador.
- Mas não se preocupe tanto agora. A jovem dragonesa tem seu caminho próprio a trilhar, e seus companheiros têm sua contribuição, para o bem ou para o mal. Eles ainda podem escolher vários caminhos antes de entrar no preto ou no branco. Ainda estão passeando pelo cinza, deixe-os viver.
- Me preocupa... - Eu sei. Não é o primeiro dragãozinho que você perde para o mundo não é mesmo? Não fique assim, acontece com todo pai.
- Podemos mudar de assunto? Qual o próximo destino deles?
- Provavelmente os cubos de guerra.
- Ai Mystra!
- Acalme-se, o lugar não é tão pavoroso assim.
- É porque você nunca foi petrificada pela energia errática dos cubos. Fiquei duas semanas lá, vendo aquelas bestas do meu grupo tentando acertar um desejo...
- Hahahaha, eu me lembro desse dia, foi quando nos conhecemos não é mesmo?
- Foi sim, em cima da carcaça daquele dragão das presas ancião, são muito comuns lá não é mesmo?
- São sim, e divindades também costumam passear por lá.
- É por isso que eu tenho medo, além do mais... - Psst, eles estão voltando pra cá, sei que podem nos ver do outro lado do portal, mas não sei se podem nos ouvir.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

JouJou Petrus

Muitos acreditam que nós somos ignorantes seres mal educados que só sabemos matar. Nasci por algum motivo, mas não fui criado a toa por ELFOS que me ensinaram o poder do respeito.
Hoje inicio uma caminhada em busca de poder e sabedoria sem me importa o preço que tenha que pagar por isso. Por indicação de nossa Rainha, seguirei com seus antigos companheiros de batalha dos quais me recomendou muito bem.
Me chamo Joujou Petrus, decendente direto da Rainha de Darkwood, mais conhecido como o grande guerreiro das sombras muito prazer!

O estalo do chicote

A luta contra a vadia foi dura, a maldita era uma excelente combatente. Eu disse, era! Mas era tão boa que custou 5 armaduras mágicas. Bobagem, somente os tolos se apegam a armas e armaduras. O verdadeiro poder está dentro de si, não preciso de nenhum artifício para cuidar de mim mesmo. No final, não foi uma grande perda, meu caminho se tornou mais amplo.
Agora aprendiz de Lady Vestress, rumo ao conhecimento da força. Quando a controlar, ninguém terá poder para me deter. Não serei como o tolo do Arsenal, que pereceu pela própria arrogância e futilidade.
Após 30 dias afastados de meus... "companheiros", volto mais forte, mais maduro e mortal. Apesar de ter perdido a armadura, não perdi o conhecimento sobre o elemento da terra, há outras maneiras para controlá-la e vou dominá-las. Mente e corpo caminham juntos, meus punhos estão prontos para ceifar a vida dos inimigos. Os sábios se curvarão diante de Whiplash!
Salve, ó grande Dragão Vermelho.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Ekon DarkHeart

Eu, Ekon DarkHeart, desconheço o berço em que nasci. Sei que desde que me entendo por gente, fui acolhido por essa organização: O Culto ao Dragão Vermelho.

Me educaram, me treinaram, me alimentaram e por isso serei eternamente agradecido e leal a eles.

Fui treinado pelo culto nas mais obscuras artes de entrar (invadir), matar, sair e despistar, tudo na mais absoluta discrição. Essa é minha especialidade.

Meus objetivos? Apenas dois: agir de acordo os interesses meus e principalmente os do Culto.

Sou apenas um adolescente de 16 anos. E você se pergunta: "E já escreve dessa forma tão culta, e com esses sentimentos tão frios?". Pois é, graças a educação que recebi.

Praticamente não tive infância, não tive tempo para brincar, apenas treinar, aprender que o que este mundo tem para dar são apenas injustiças, que não devo me preocupar ou confiar em ninguém e agir apenas de acordo com meus interesses e em obediência à Baronesa. Aproveitar a vida como eu e a organização quiser.

O início da jornada - explicações


Há muito venho querendo iniciar essas crônicas, no entanto, não gostaria cometer o mesmo erro de outros trovadores de iniciar relatos sobre um promissor grupo apenas para vê-los mortos em uma lua ou duas. Esse grupo parece ser diferente, no entanto. Bem, todos eles parecem não é mesmo?
Já estou nesse mundo a mais tempo do que muitos se lembram, mesmo os mais antigos, entretanto, ainda guardo um voraz interesse pelas atividades dos mortais. A cada cem ou duzentos anos, surgem alguns indivíduos que têm algo a mudar no mundo, para o bem ou para o mal. Não me entristeço mais ao ver jovens talentosos desperdiçarem dons que lhe foram concedidos, ou tiranos oprimindo um povo, ou ainda a extinção desse ou daquele povo, raça ou cultura. Veja bem, o mundo, a vida, são cíclicos. Tudo se repete, como um delicioso livro ou peça de teatro; mudam os atores, mudam as falas e os figurinos, mas sempre a mesma e deliciosa história.
A Jovem e destemida patrulheira, destinada a ter um reino sob seu comando, sendo vítima de inveja e conspiração; o ambicioso batedor, que só enxerga a si e tem o mundo como seu quintal; o desajustado mancebo que descobre novas formas de se maravilhar com os poderes secretos que o mundo guarda; Ou ainda, a singela e inocente donzela que descobre a crueza do mundo e seu poder interior das maneiras mais inesperadas...sim, você já viu isso em algum lugar; e eu algumas dezenas de vezes.
Eu vi o reino de Cormyr ascender de uma simples população fazendeira a um poderio militar invejável; e esse mesmo reino depois ascender a uma tecnologia incrível e depois sucumbir ao egoísmo e à ganância. Vi novos deuses e antigos tombarem, impérios e reis. Tudo isso aconteceu nas mãos de simples grupos de aventureiros. Vi mundos sucumbirem ao poder individual de um único homem e vi mulheres e crianças no campo de batalha. Entretanto, também muitas coisas boas. E é por isso que não desisto de contar essas histórias.
Quem sou eu? Já possuí diversos nomes, rostos e feições diferentes. Mas esta história não é sobre mim, é sobre eles.
Dois vieram do culto do dragão vermelho, uma poderosa ordem de assassinos, comerciantes e burocratas, com interesses que variam conforme os séculos passam e sua mestra suprema muda de idéia. O culto é liderado por uma dragoa vermelha de nome Valleryannatreschadaar, conhecida como Baronesa Valleryanna. Ela vem treinando seu filho Syous para assumir seu lugar em alguns séculos.
Uma veio dos elfos das florestas, uma patrulheira, herdeira da casa Petrus e senhora da floresta conhecida como Darkwoods.
A outra tem origens semelhantes, descendente de um mago antigo que já foi suserano dos Darkwood. Julian é seu nome, famoso por seu poder pessoal e por ser o único desertor de Darkwood respeitado pelos reis daquele povo. Ele comandava o reino urbano de Darkwood, há muito destruído por um rival.
Esses 4 jovens foram destinados a possuir as armaduras elementais, 4 conjuntos de artefatos que despertariam seu poder e que juntas, poderiam reabrir as portas da magia novamente ao mundo.
Ah sim, a magia. Depois da queda do reino de Cormyr e da subsequente ascenção do infame reino de Thay ao poder, um grupo de aventureiros (sempre eles) foi destinado a restaurar o equilíbrio e a livrar o mundo da tirania de Thay. Eles falharam, contudo, uma morte infame num templo abandonado em algum lugar do deserto. Houve então uma nova guerra dos avatares. Ishtar, a deusa da sabedoria, decidiu aprisionar Mystra, a deusa da arte, e limitar enormemente a mágica no mundo. Tiamat retirou quase todos os dragões de Faerum e a magia só não morreu por causa de uma aventureira que se tornou a deusa Jastra, deusa das conexões planares, mantendo a magia viva no mundo. Quase todos os itens mágicos e artefatos do mundo, assim como seus criadores e portadores, foram presos em 3 reinos distintos nos planos: Aasgard, do deus Odin; O cemitério dos dragões, lar de Tiamat e os Cubos de guerra, lar dos deuses mortos.
Até que surgisse alguém destinado a libertar esses itens de suas prisões, dizia a profecia de Ishtar, os poucos que restaram seriam somente seus fiéis, como Julian, escolhido da Deusa.
Em breve, eles devem conseguir abrir o primeiro portal. Eles não devem falhar.